| ||||
|
MATUTAGE O Próximo Não é apenas aquele que pede humildemente uma esmola, sem trabalho, sem estudo, sem casa, sem saúde, sem esperança...Que pede e agradece a esmola recebida...Não é apenas o doente no hospital, ou o idoso solitário no asilo... O próximo é aquele chefe mal-humorado, o colega de trabalho invejoso, o pai impaciente, o filho birrento, o marido preocupado, a esposa carente, o irmão complicado... Enfim, o próximo, aquele que precisamos aprender a amar nem sempre é alguém que humilde e agradecidamente espera e reconhece sua caridade... sem ferir seu orgulho, sem te diminuir ou te tratar de maneira desagradável... Quando o homem aprender a enxergar o próximo simplesmente no "outro" e perceber que este pode precisar de caridade em forma de paciência, compreensão, conselhos, perdão, atenção... o homem evolui, o mundo evolui... Ao perceber o próximo a sua frente, o homem fica mais "preparado" para lidar com as situações, com as relações, sem tanto sofrimento desnecessário que vemos no dia-a-dia a invadir as pessoas e as relações. O homem aprenderá a construir, a contribuir, a renovar...a raciocinar sem tantos melindres a lhe bloquear o pensamento, sem tantas mágoas causadas pela vaidade ferida, aprenderá a construir sua própria felicidade e a contribuir para a felicidade do próximo, fazendo a "diferença" no mundo, trazendo mais luz ao mesmo. Escrito por Luciane às 13h33 [] [envie esta mensagem] [link] NATAL
Como seria bom se todos deixassem acontecer o Natal, de maneira real e profunda. O Nascimento de Cristo nos corações simbolizando a compreensão, aceitação e prática da proposta de Jesus: amar a todos e toda a filosofia que pode se resumir nestas palavras. Sentindo esta proposta crescer em nossas vidas, vamos colhendo também os frutos, especialmente o da paz interior. A humanidade precisa do Natal, precisamos deste momento em que algo acontece de diferente "no ar", somos levados a refletir alguns pontos de nossas vidas, a nos confraternizar, a pensar no Bem. Precisamos de momentos assim, que simbolizem algo que costumamos esquecer no dia-a-dia, no decorrer do ano, mas momentos como estes nos trazem à tona alguns sentimentos e reflexões, como se a vida procurasse constantemente arar e semear em nossa alma a proposta de Jesus... Até que um dia, cada um de nós vai carregar dentro de si tudo o que representa o Natal, todos os dias. Que possamos deixar brotar e se desenvolver em nossos corações esta proposta, em todas as nossas relações e momentos da vida! Escrito por Luciane às 11h49 [] [envie esta mensagem] [link] Carregando a cruz Há pessoas que vivem a transmitir suas próprias obrigações aos outros. Para não se sacrificarem, faz com que outros se sacrifiquem injustamente, perdendo assim, a oportunidade de crescimento, aprendizado e amadurecimento. Há momentos em que nossas obrigações, funções e problemas são como cruzes pesadas a carregar, muitas vezes precisamos pedir ajuda para cumprir e solucionar as coisas que nos acontecem. E a ajuda vem quando precisamos dela, porém, sem querer nos eximir de trabalhar... Porém, transferir as outros nossa cruz não facilita em nada. Parece que a própria vida se encarrega de repetir as lições, para que um dia, enfim, possamos aprender e amadurecer. Há quem não queira sacrificar seu lazer, seu prazer ou vícios, seu descanso, para cumprir o que lhe compete, transferindo e exigindo que outros o façam. Mas há consequências disto, a primeira e mais importante é a falta de amadurecimento, de aprendizado, de experiência, e numa bola de neve, coisas se acumulam, se repetem, muitas vezes, de maneira mais intensa. Naturalmente, a vida se encarrega de nos impulsionar à frente. A gente percebe ou não, aproveita ou não, mas sabendo que toda lição não aprendida, será repetida, pela própria natureza das coisas. Escrito por Luciane às 10h21 [] [envie esta mensagem] [link] HUMILDADE Raro, difícil, a humildade habita ora sim, ora não, um coração. Nossas vaidades, orgulho e egoísmo afastam a humildade, esta virtude bela e construtiva. Ela é chave do engradecimento, pois num momento de humildade o homem percebe e aceita seus erros. Diante da crítica, preferimos tomá-la como implicância. Diante de um mau fruto colhido, preferimos culpar a "sorte", o destino, os outros, Deus... Mas a humildade não...ela reflete, aceita se corrigir, se trasformar. Ela não entende o que é se "rebaixar" diante de uma crítica mas sim, se engrandecer em mudanças positivas. Antes de abandonar a reflexão de uma crítica recebida, a humildade analisa construtivamente. Toda crítica ou implicância pode ter um fundo de verdade, sabendo que algumas realmente apenas refletem gostos, desejos, anseios e traumas de quem as dita. Mas o humilde não perde tempo se aborrecendo com as críticas, antes, ele procura analisar e aceita mudar o que ele considerar necessário, interessante, sem medo de ferir seu orgulho, este vício que tenta estagnar a evolução humana.
Escrito por Luciane às 09h36 [] [envie esta mensagem] [link] RESPONSABILIDADE É fácil julgar, culpar o outro por se desequilibrar, perder a calma, a paciência, a saúde. Difícil é compreender o processo em que este se encontra e principalmente, a nossa própria responsabilidade diante deste processo. Muito comumente, nas relações mais próximas, no lar ou no trabalho, encontramos desajustes. Há pessoas que se aborrecem facilmente sim, mas há pessoas que contribuem para este desequilíbrio, embora não aceitem sua parcela de responsabilidade na construção do bem dentro destas relações. Não justificando a atitude de perder a calma, também não se pode justificar aquele que contribui para o desequilíbrio do próximo. Diante de alguém em desequilíbrio, é preciso realmente manter a calma, não como quem se sente superior, mas no sentido e na intenção de transmitir ao outro calma e coragem. Saudável e frutificante se faz uma pausa para reflexão de suas próprias atitudes, antes de julgar o desequilíbrio do próximo. Diante de uma implicância, muitas vezes o homem apenas julga o outro, mas não reflete, se apesar do outro se deixar dominar por emoções negativas, no fundo reclama com razão, embora não soube como se expressar ou como vivenciar o seu aborrecimento. É preciso humildade diante do desequilíbrio do próximo, lembrando que todos nós temos nossos momentos de dificuldades e antes de julgar o desequilíbrio do próximo, refletir, perceber e principalmente corrigir nossas atitudes que podem ter desencadeado o sofrimento alheio, mesmo percebendo que este é desproporcional ou reflete alguns dos traumas de quem esbraveja, devemos analisar se tivemos alguma atitude contrária à caridade que possa ter contribuído para este mau momento. A verdadeira caridade não consiste apenas em se calar e ter paciência com o irmão desequilibrado. Consiste também na humildade de se avaliar e buscar agir sempre em prol de promover o bem. Claro que pode haver o desequilíbrio do próximo, direcionado a nós que não foi desencadeado por nenhuma atitude nossa que tenha sido contrária à caridade, mas a compreensão de que num momento de desequilíbrio não se pode alimentá-lo, faz com que este se apague mais facilmente, sem maiores proporções e estragos. Escrito por Luciane às 09h27 [] [envie esta mensagem] [link] O BOM COMBATE Viver o dia-a-dia em busca de cumprir bem nossas obrigações, com coragem, alegria, discernimento e vivenciar as relações da melhor maneira possível. Vivenciar tudo visando o engradecimento próprio e dos demais envolvidos. No trabalho, na escola, no trânsito, na fila, no lazer, no lar. Agir sempre em prol do bem comum é um grande passo para ser produzir bons frutos em todos os campos e relações. A alegria, a compreensão, a paciência, os bons conselhos dados e recebidos (e refletidos), são matéria prima de um dia melhor. Produzem frutos que beneficiam a quem assim age e a todos ao redor. Não é fácil se manter na linha reta destes objetivos. Um momento de meditação, oração, reflexão, silêncio, calma, dá força para seguir em frente. Nos momentos de distanciamento do bom combate, cabe uma tentativa de parar, respirar fundo, refletir... O estudo do cristianismo de maneira profunda e racional, traz conhecimentos (alguns podem dizer: fé) que nos impulsionam, dão segurança e coragem para seguir em frente, acreditando em nossas atitudes e cientes do bem que promoveremos em nossas próprias vidas, que irão refletir ao redor. Sozinhos, sem algo que nos impulsione a refletir, a melhorar-nos é bem mais difícil. Pois somos ainda fracos, inseguros, cheio de más tendências, vivendo num mundo onde falsas idéias ainda falam forte, mesmo percebendo a infelicidade de quem vive nestas ilusões, somos facilmente arrastados a elas, por isso, precisamos de algo que nos impulsione a refletir e a seguir no bom combate. Que cada um encontre a sua mola propulsora, sua força interior e consiga vencer no dia-a-dia, sempre na construção do bem. Escrito por Luciane às 09h09 [] [envie esta mensagem] [link] Escolher
Lembro de uma época em que eu era bem mais "inocente". Achava que haviam pessoas boas e outras más e que eu só convivia com pessoas boas. Que para boas pessoas, a vida reservava coisas boas (sendo que o conceito de coisas boas era mais simplista). Era muito otimista, porém, iludida. Na vida adulta, algumas decepções e desapontamentos com o outro e comigo mesma. Descobri que todas as pessoas oscilam entre o "bem" e o "mal" (uso estas palavras para simplificar). Nós oscilamos, vacilamos, sofremos, caímos, nos reerguemos e seguimos em frente. É assim mesmo. Claro que há quem permanece mais num destes "lados". Bom, vivi um processo de pessimismo e desapontamento com as pessoas, via mais maldade nas coisas, me incomodava e com isso, sofria... Mas foi bom, pois saí da ilusão anterior e amadureci um pouco. Porém, neste "segundo estágio" de consciência, eu não estava totalmente bem comigo e com o mundo. Melindres, pessimismo, via o lado ruim das coisas e pessoas de uma maneira que me incomodava. Isso se resumia a um novo processo de ilusão, que graças às oportunidades que a vida me deu, de esclarecimento e auto-conhecimento, pude perceber. De um extremo ao outro, duas ilusões, de valores opostos. Desta vez, haveria uma busca por um ponto de equilíbrio. Talvez hoje, para algumas pessoas eu pareça alguém inocente, que não vê o mal nas coisas. Mas não é bem assim. Eu o percebo, porém, sou livre para escolher, diante dos fatos e pessoas, os valores que considero válidos, úteis, construtivos, daí, escolher como irei reagir. Procuro compreender o grau de esclarecimento, experiência, valores, traumas de cada um, compreendendo os diversos degraus deste processo. Posso escolher do que vou me aproximar e de quais fatos tentarei manter distância. Quais pensamentos e sentimentos devo alimentar e quais devo deixar se enfraquecer. Bom, não é sempre que fico satisfeita comigo mesma neste "bom combate", mas ao menos, vou tentando. E tenho recolhido muitos bons frutos disso (digo frutos no sentido emocional/espiritual e até mesmo material, decorrentes desta vivência). É apenas um testemunho que quero deixar no blog, que achei que pudesse ser útil. Amigos, sigamos em frente, desejo a todos que encontrem paz, serenidade, amor-próprio, coragem e energia em seus caminhos! Escrito por Luciane às 12h53 [] [envie esta mensagem] [link] Melindres
Nunca me esqueço de uma frase que me chegou ao conhecimento, não decorei as palavras, pois tenho dificuldade nisso, mas o sentido nunca esqueço: Não se aborreça com pequenas coisas e lembre-se: tudo é pequeno. Com esta máxima devemos viver a vida. Nos deixamos aborrecer por fatos e pessoas, como se o mundo se resumisse e acabasse naquilo. Quantas besteiras diárias nos assolam os sentimentos, nos devastam e gastam nossas energias, porque somos melindrosos. O ser humano é melindroso. Isso decorre do orgulho, da vaidade, do egoísmo, da baixa auto-estima. Achamos que os outros devem viver a nos agradar e elevar nossa auto-estima, assim, durante uma contrariedade vivida, nos sentimos feridos, menosprezados, diminuídos e quantas vezes reagimos criando situações desagradáveis e desnecessárias, amplificando e alimentando o sofrimento. Quando a auto-estima se eleva (o que não é fácil, mas totalmente possível), dificilmente algo nos atinge e muitas dos nossos desgostos e rancores se tornam bobagens frente aos novos valores. Quando aprendemos a nos sentir plenos de nós mesmos, nos tornamos mais preparados para encontrar o mundo, o outro, sem sofrer por qualquer coisa... muitos atritos perdem o sentido. Como alcançar este "estado d´alma"? Bom, primeiro, tudo é escolha. E depois, esforço. Como o sábio mestre Jesus dizia, conhecedor do grau de evolução da humanidade, de suas lutas internas e externas: "a porta é estreita". Sem esforço não alcançamos este estado d´alma que podemos chamar de "reino dos céus" que começa dentro de nós, como também explicava Jesus, em uma linguagem acessível ao homem simples de sua época, porém, universal e atemporal. É preciso esforço e sacrifício para alcançar um estado de consciência, auto-conhecimento e auto-domínio, junto a uma reflexão sobre os próprios valores diante dos fatos da vida. A partir daí, os sentimentos do indivíduo passarão a ser um reflexo deste processo. Não é impossível, assim como também não é fácil, nem imediato. Vivemos num constante exercício e transformação dentro deste processo, são constantes as descobertas e transformações que podemos viver, mas é maravilhoso sentir isso acontecer. Quando o homem decide viver sinceramente este processo, sem se auto-iludir, a vida vai apontando caminhos, encontros e oportunidades. Mas quem ainda não escolheu se esforçar para atravessar esta "porta estreita", paciência. A vida também ensina. Os sentimentos, como consequência do estado mental/espiritual em que o homem vive são como uma bússola que indica se está no "caminho certo". Enquanto não encontra este "caminho", sofre. Enquanto teima, sofre. Mas um dia, todos encontram, e seguem, a seu próprio passo o caminho da "porta estreita" e atravessam-na. Depois, não voltam mais atrás. Escrito por Luciane às 11h33 [] [envie esta mensagem] [link] Avancemos Gostaria de ver, ainda nesta vida, algumas pessoas queridas descobrirem, aceitarem e modificarem certos hábitos antes de deixarem a Terra, para não sofrerem, quando do outro lado, a angústia, o arrependimento por não terem combatido, na oportunidade cedida na vivência terrena, alguns velhos hábitos viciosos e perniciosos que lhe prejudicam o crescimento e enobrecimento da alma. Hábitos perniciosos ao bom combate no dia-a-dia com os seus familiares e demais pessoas. Muitos buscam constantemente o entorpecimento do juízo e da clareza do pensamento, perdendo a oportunidade de descobrir-se como realmente é, de melhorar-se, de praticar o amor com os seres que a vida lhe trouxe à convivência e mútuo aprendizado. Gostaria de ver, ainda nesta vida, pessoas queridas reencontrando consigo mesmas na real percepção e na esperança de engrandecimento, pois não podemos mais deixar esta existência passar e se esvair sem dar alguns passos à frente. A cada dia, uma nova oportunidade. Aproveitemos, portanto o presente, para encontrarmos um dia a felicidade de constatar avançamos o máximo que pudemos. A hora é esta! Escrito por Luciane às 08h22 [] [envie esta mensagem] [link] Bezerra
Ontem vi o filme. Apesar de algumas pessoas esperarem mais do enredo, pude conhecer o bastante para admirar este bom homem. Médico verdadeiro, demonstrou sempre ser um homem culto, estudioso, batalhador, caridoso. Teve posição social, mas não abandonou seus princípios humanitários e um dia, descobriu a doutrina de Alan Kardec. Estudou e abraçou o espiritismo, apesar de ter sofrido muito preconceito na família e sociedade. Admirei as suas palavras diante do escárnio. Sábio e calmo, confiante e seguro no que passou a conhecer. Tanta esperança trouxe aos pobres com sua dedicação à medicina. Como é bom saber que existiu na Terra e ainda existem, pessoas assim, a trabalhar no Bem e pelo Bem, espalhando humanidade aos corações, trazendo esperança, demonstrando como é bom o homem buscar o engradecimento da mente e da alma. Escrito por Luciane às 08h21 [] [envie esta mensagem] [link] Lei da atração
Sabemos que não somos perfeitos. Sei que eu não sou e ninguém que eu conheça o é... Claro que existem pessoas maravilhosas, conheço muitas, mas não perfeitas. Nós, encarnados aqui na Terra ainda estamos em fase de crescimento espiritual. Muito já aprendemos intelectual e moralmente, é só olharmos para trás, para a história da humanidade. Mas ainda temos muito "chão" pela frente. Fora algumas figuras como Ghandi, Madre Tereza de Calcutá, que muito fizeram pelo bem comum, somos ainda cheio de más tendências e fraquezas. Egoísmo, vaidades, medos, traumas, inseguranças, ciúmes, inveja...e geralmente não percebemos em nós os momentos em que tais sentimentos vêem à tona. Pela lei da atração, da afinidade, atraímos para nossas vidas pessoas e fatos de acordo com nossas atitudes e emoções. Espíritos desencarnados também, se aproximam atraídos por nossas más características e podem contribuir para que as mesmas se acentuem bastante, aumentando o sofrimento causado por elas. Por isso é importante nos auto-conhecermos, percebermos as coisas e emoções, analisarmos, estudar os fatos da vida de maneira mais aprofundada. A vida permite que as más influências aconteçam para nos fortalecer, contribuem para o auto-conhecimento e auto-burilamento. Para o aprendizado de quem sofre e de quem causa a má influência. Se conseguimos melhorar nossas tendências, conhecimentos, pensamentos e emoções no dia-a-dia, vamos nos livrando destas más influências. É preciso muito esforço. O conhecimento ajuda. O espiritismo auxilia na medida que o seu estudo nos traz reflexões para o auto-conhecimento e melhoria. Traz conhecimentos que ampliam nossa visão dos fatos. É um instrumento. Mas podem haver outros que auxiliem neste processo. O importante, no final das contas é aprendermos a amar a todos, a nós mesmos, à vida. Fazer o bem, conhecer e admitir, mas não alimentar o mal que existe em nós mesmos. Escrito por Luciane às 11h52 [] [envie esta mensagem] [link] Vida Eu e Luís descobrimos que fomos instrumento para a construção de uma nova vida, que vêm trilhar seu caminho nesta escola que se chama Terra. Espero transmitir a este ser o amor que já aprendi e que possamos juntos aprender a amar cada vez mais... Escolhi para este momento uma letra enviada pelo escritor/compositor niteroense radicado em Natal, Hardy Guedes, que já foi inclusive musicada por Dante Geraldo Borba, de Curitiba.
Ato da criação Preparar o corpo Semear solo tão sagrado Escrito por Luciane às 13h55 [] [envie esta mensagem] [link] Pais e filhos
O amor dos pais pelos seus filhos é um sentimento tão sublime, verdadeiro... Entre erros, tentativas e acertos, vão se dedicando a educar seus pequenos, desejando-lhes um futuro cheio de vitórias e felicidades...É muito comum vermos os pais preocupados acerca do futuro de seus filhos, apenas no sentido material da coisa, que é claro, imprescindível. Porém, anda faltando mais proximidade e mais educação moral. Muitas vezes, os pais projetam nos filhos suas próprias expectativas e cobram, porém, sem conhecer realmente a personalidade de seus filhos, seus anseios, seus dons, seus erros e vícios, seus temores... Quantos pais são iludidos quanto às fraquezas de seus pequenos, achando que admiti-las seria admitir que erra na sua educação... Não é bem assim. Há um compromisso nesta relação, que é maior que as vaidades. Os pais precisam observar mais os seus filhos e ensiná-los a viver. Não somente a estudar e se formar. Não somente ensiná-lo a se virar perante o mundo, enxergando competitividade em tudo. É preciso mais, é preciso que a educação seja mais profunda. É preciso ensinar os filhos a amar, a respeitar o próximo, a buscar no mundo muito mais do que satisfações materiais (no amplo sentido como salários, benefícios, diplomas). É preciso ensinar o filho a se conhecer, a admitir seus erros e aprender com eles, a ser mais altruísta. Mais do que levá-lo a um templo religioso e ensiná-lo a rezar, é preciso ensiná-lo a viver o Bem a todo instante. É preciso ensiná-lo a buscar desenvolver suas qualidades e dominar suas más-tendências. A enxergar o mundo de frente, sem culpar o mesmo por suas próprias dores. Ensinar a perdoar, a trabalhar, a ser honesto, fiel, gentil, a se dedicar no cumprimento de seus deveres. Muitos pais ensinam o contrário, pensando que estão na verdade protegendo seus filhos. Porque acham que o "mundo é dos espertos" (no conceito ultrapassado de "esperto"), só visam coisas materiais e não pensam no quanto podem tornar seus filhos inseguros e infelizes, atraindo situações e pessoas neste mesmo nível de conduta. A educação moral, que é o mais difícil realizar neste compromisso de ter filhos, se ensina com o próprio exemplo. Escrito por Luciane às 15h08 [] [envie esta mensagem] [link] Caridade-amor e Amor-amizade
Caridade deve ser praticada com todos, independente de sua situação financeira, condição física, moral ou intelectual, visto que caridade não é somente dar uma esmola a quem humildemente pede por estar passando fome... O amor, no sentido da caridade é amplo e não abrange apenas aquela atitude de dar algo material. Já está na hora de nos desvencilharmos da idéia de que a caridade é algo "humilhante". Não é. Não é para colocar quem recebe em condição de humilhação. Eu preciso de caridade muitas vezes, todos nós precisamos em determinados momentos do dia-a-dia. Paciência, compreensão, conselhos, "puxões-de-orelha", ajuda material, perdão...sempre precisamos ser perdoados. Então, também é preciso dar o perdão. Perdoar é se desapegar daquela situação dolorida. É se libertar daquela emoção pesada. É deixar de remoer, deixar de se vingar, compreender e desejar que o outro amadureça. Significa reatar relações, é preciso compreender isso. Perdoar é ser caridoso com o outro e acima de tudo consigo mesmo. Agora, não significa obrigatoriamente reatar relações, é preciso compreender isso. Pois outra coisa é o amor decorrente da amizade. Neste caso, não se "força a barra". A amizade é um prazer que ocorre naturalmente, de estar junto, de compartilhar momentos, de trocar idéias...Mas pode ocorrer de o outro revelar um lado que não nos agrada ou até mesmo nos ferir de maneira que prejudique a relação (tirando os melindres que todos temos, os conflitos que sempre ocorrem). Devemos perdoar sempre, mesmo que o outro não perceba seu erro, mas nem sempre será possível reatar a relação. Pode ocorrer do outro não estar arrependido e nem vai mudar de atitude, então, "forçar" a amizade pode ser tornar algo sem sentido. Paciência, compreensão, perdão...mas amizade é outra história, outra emoção. Devemos aprender a discernir estas coisas... Acho que facilita para não ficarmos confusos diante das relações. A caridade é o maior aprendizado e vivê-la no dia-a-dia com todos é o sentido da vida. Já amizade, a convivência prazeroza entre amigos, namorados, casais é uma vivência que nos dá força para sempre seguir em frente. Escrito por Luciane às 12h42 [] [envie esta mensagem] [link] Sutis Observo que no atual estágio da evolução da humanidade, vivemos uma fase confusa e contraditória. Sabemos, mas o discernimento muitas vezes falha. Cometemos "erros" sutis o tempo todo, contrários ao que acreditamos e afirmamos. Mas é natural. Eu me pego agindo assim no dia-a-dia como uma mãe que vê o filho com a "boca na botija". Tropeçamos. O importante é sempre seguir em frente. Não adianta lamentar os erros com o peso da culpa. A compreensão de nossa imperfeição é importante para o aprendizado. Eu adotei uma teoria nos últimos meses: assim como no nosso corpo, na alma a regra é a mesma: se doer, é que algo não está legal. Como uma dor indica algo errado no corpo, o sofrimento moral, emocional, indica que algo precisa ser revisto na alma, mesmo quando achamos que a causa está nos outros ou no mundo. Sei que é difícil. Pois nos padrões ensinados pela sociedade (emocionalmente confusa), não conseguimos discernir, principalmente quando os "erros" são sutis. O modo de pensar, as expectativas, os apegos, os vícios, a falta de esclarecimento, a falta de amor, de caridade, enfim, em cada situação dolorida, há algum aprendizado. Enquanto não se desenvolve o aprendizado, aquela situação, aquela emoção, ficará se repetindo em momentos de nossas vidas. O que sentimos, perante atitudes alheias, reflete nós mesmos, algo confuso e inseguro que existe em nós. As emoções que remoemos é porque ainda não foram compreendidas, não houve desapego de algo que as provoca. O esclarecimento contribui muito neste processo...Busquemos nos instruir, nos aceitar, nos perceber... E vamos em frente! Escrito por Luciane às 12h02 [] [envie esta mensagem] [link] |
||||||||||||||||||||||||
![]() | |||||||||||||||||||||||||